André Luiz da Veiga, conhecido como “Bundinha”, estava entre os quatro homens mortos na ocorrência registrada na região do Trevo do Lagarto; histórico policial e ligação familiar chamam atenção.
Redação: Pagina do Nortão/Joel de Aquino

COLÍDER (MT) – A morte de quatro homens durante um confronto com policiais militares na região do Trevo do Lagarto, em Mato Grosso, ganhou novos desdobramentos nesta sexta-feira (6). Entre os mortos está André Luiz da Veiga, conhecido pelo apelido de “Bundinha”, apontado como irmão de Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, que ficou conhecida nacionalmente como a “Missionária do CV”.
Segundo informações divulgadas pela imprensa estadual, o grupo estava em uma caminhonete Toyota SW4 e seguia da região de fronteira com a Bolívia em direção a Cuiabá, quando foi abordado por policiais da Força Tática.
Confronto terminou com quatro mortos – Conforme a versão apresentada pela polícia, os ocupantes do veículo teriam reagido à abordagem e efetuado disparos contra os agentes. Houve troca de tiros e os quatro homens foram atingidos. Eles não resistiram aos ferimentos.
A ocorrência foi registrada na região da BR-070, nas proximidades do Trevo do Lagarto, importante ligação rodoviária entre diferentes municípios de Mato Grosso.
Histórico policial de André Luiz da Veiga – André, conhecido como “Bundinha”, possuía um extenso histórico de registros policiais. Levantamentos divulgados por veículos de comunicação apontam dezenas de ocorrências envolvendo diferentes tipos de crimes, entre eles registros relacionados a homicídio, tráfico de drogas, ameaças e outros delitos.

É importante destacar que boletins de ocorrência e passagens policiais não representam, necessariamente, condenações judiciais.
Quem é a “Missionária do CV”? – A irmã de André, Rhavenna Barcelos, foi presa em julho de 2026 durante a Operação Fariseus, da Polícia Civil de Mato Grosso.
Segundo as investigações, ela teria utilizado um projeto de evangelização em unidades prisionais como instrumento para facilitar a comunicação entre integrantes do Comando Vermelho dentro e fora dos presídios.
O Ministério Público denunciou Rhavenna e outros cinco investigados por suspeitas de envolvimento com organização criminosa e lavagem de dinheiro. O caso segue na Justiça.
A ocorrência envolvendo os quatro mortos e as investigações sobre a estrutura atribuída à chamada “Missionária do CV” continuam despertando atenção em Mato Grosso.





