Fama não garantiu cadeira: Datena lidera lista de famosos que ficaram fora das eleições de 2026

6 de outubro de 2026
DATENA

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Apresentadores, jornalistas, músicos, ex-jogadores e influenciadores apostaram na popularidade, mas não conseguiram transformar fama em mandato

Redação: Pagina do Nortão

“Silvia Abravanel e Rachel Sheherazade tiveram votações praticamente iguais: apenas 13 votos separaram as duas candidaturas.” Foto: Divulgação (web)

A fama acumulada na televisão, no esporte, na música e nas redes sociais não foi suficiente para garantir uma cadeira no Legislativo nas Eleições 2026.

Uma lista que circula após a apuração mostra a votação de diversos nomes conhecidos que entraram na disputa eleitoral em São Paulo, mas terminaram o primeiro turno sem conseguir uma vaga. Entre eles estão apresentadores de televisão, jornalistas, artistas, influenciadores, ex-jogadores de futebol e personalidades que já eram conhecidas do grande público muito antes de entrarem para a política.

O caso que mais chama atenção é o de José Luiz Datena, que aparece na liderança da relação, com 51.071 votos na disputa por uma vaga de deputado federal pelo PSB. Mesmo com uma votação expressiva em números absolutos, o resultado não foi suficiente para garantir a eleição.

O desempenho dos famosos chama atenção também por outro motivo: nomes que possuem enorme

“Datena foi o nome mais votado entre as personalidades da lista, com 51.071 votos, mas não conseguiu garantir uma vaga no Legislativo paulista.” Foto: Divulgação (web)

reconhecimento nacional encontraram nas urnas um desafio bem diferente daquele enfrentado diante das câmeras.

Datena ficou na frente entre os famosos: Datena foi o nome mais votado da lista apresentada na imagem, alcançando 51.071 votos.

Na sequência aparece Adrilles Jorge, do União Brasil, com 26.694 votos.

A disputa seguinte foi praticamente voto a voto. Silvia Abravanel, do PSD, terminou com 22.464 votos, enquanto Rachel Sheherazade, também do PSD, recebeu 22.451 votos — apenas 13 votos separaram as duas candidaturas.

Outro nome conhecido da televisão, Netinho de Paula, do MDB, somou 19.336 votos. Já Jean Wyllys, do PT, registrou 18.073 votos.

Confira a relação apresentada:

  • José Luiz Datena (PSB) – 51.071 votos
  • Adrilles Jorge (União Brasil) – 26.694 votos
  • Silvia Abravanel (PSD) – 22.464 votos
  • Rachel Sheherazade (PSD) – 22.451 votos
  • Netinho de Paula (MDB) – 19.336 votos
  • Jean Wyllys (PT) – 18.073 votos
  • Eduardo Xaropinho (PDT) – 15.382 votos
  • Geraldo Luís (Avante) – 10.176 votos
  • Luis Fabiano (MDB) – 9.613 votos
  • Baianinho de Mauá (União Brasil) – 7.452 votos
  • MC Gui (PSD) – 7.378 votos
  • Manoel Gomes, o Caneta Azul (Avante) – 7.239 votos
  • Marquito do Ratinho (PSD) – 1.595 votos

Os números são referentes às candidaturas listadas nas reportagens publicadas após a apuração das eleições em São Paulo.

Quando a popularidade encontra a urna: O resultado traz uma reflexão que também interessa ao eleitor de Colíder e de todo o Nortão de Mato Grosso: ser conhecido não significa, necessariamente, ter força eleitoral suficiente para conquistar um mandato.

Personalidades da televisão, música, esporte e internet também apostaram na carreira política nas Eleições 2026.” Foto: Divulgação (web)

Uma personalidade pode possuir milhões de seguidores, anos de televisão, reconhecimento nacional ou uma carreira consolidada em outra área. Nas urnas, porém, o eleitor precisa decidir se aquela pessoa representa seus interesses e se está preparada para exercer um cargo público.

É justamente nesse ponto que a eleição costuma separar popularidade de voto.

A experiência desses candidatos mostra que transformar reconhecimento público em votação depende de diversos fatores, como estrutura partidária, campanha, identificação com o eleitor, presença regional e capacidade de construir uma base política.

O exemplo que chama atenção para Colíder e o Nortão: Para quem acompanha a política em Colíder, Alta Floresta, Sinop, Sorriso, Guarantã do Norte, Matupá, Peixoto de Azevedo e demais municípios da região, o cenário também serve como lembrete de que eleição se ganha com conexão com o eleitor.

No Nortão, onde temas como infraestrutura, saúde, segurança, agricultura, pecuária, logística e melhoria das rodovias fazem parte da rotina da população, a identificação regional pode pesar muito na hora da escolha.

É por isso que a chegada de nomes famosos à política sempre provoca curiosidade, mas também levanta uma pergunta importante: até que ponto a popularidade construída fora da política consegue se transformar em confiança nas urnas?

A resposta apareceu nos resultados das eleições.

Silvia Abravanel e Rachel Sheherazade protagonizaram disputa apertada

Um dos detalhes que mais chamam atenção na lista é a pequena diferença entre Silvia Abravanel e Rachel Sheherazade.

Silvia terminou com 22.464 votos, enquanto Rachel alcançou 22.451. A diferença foi de apenas 13 votos.

As duas disputaram uma vaga pelo PSD e estavam entre os nomes mais conhecidos da relação, mostrando que, mesmo entre candidaturas com grande exposição pública, cada voto pode fazer diferença.

Da televisão para as urnas

A lista reúne nomes de áreas completamente diferentes.

“Em Colíder e no Nortão, resultados de outras regiões também alimentam o debate sobre fama, representatividade e força eleitoral.”

Há apresentadores como Datena, Silvia Abravanel e Geraldo Luís; jornalistas como Rachel Sheherazade; personalidades da internet e da música, como MC Gui e Manoel Gomes; além de nomes ligados ao futebol, como Luis Fabiano.

Também aparecem figuras conhecidas do universo do entretenimento, como Eduardo Xaropinho e Marquito, ligados ao programa do Ratinho.

A diversidade da lista mostra como a política passou a disputar espaço também com a cultura pop, a televisão e as redes sociais.

Mas o resultado deixa uma mensagem clara: a fama pode abrir portas, mas não garante votos suficientes para atravessá-las.

E você, votaria em um famoso?

O resultado certamente vai render discussão entre os eleitores.

Para alguns, a popularidade pode ser justamente o motivo para acreditar que uma personalidade teria condições de representar a população. Para outros, ocupar um cargo público exige experiência, conhecimento da realidade local e atuação política.

No fim, a urna dá ao eleitor a palavra final.

E no Nortão, onde a política costuma ser acompanhada de perto pela população, a discussão permanece: um rosto conhecido ajuda ou atrapalha uma candidatura?

Essa é uma pergunta que, certamente, ainda vai render muita conversa nas ruas, nas redes sociais e nos bastidores da política regional. Foto: Divulgação (web)

 

 

 

 

 

 

 

 

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