Fila Zero em Colíder inicia cirurgias de ombro e amplia atendimento pelo SUS

21 de outubro de 2026
SAUDE DEZ

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Programa realiza 34 procedimentos ortopédicos no Hospital Santa Inês; outros 21 pacientes passaram por cirurgias de ouvido, nariz e garganta em outubro

Redação: Página do Nortão / Joel de Aquino

Atendimento ortopédico integra a nova etapa do Programa Fila Zero em Colíder, que iniciou as primeiras cirurgias de ombro pelo SUS. Imagem ilustrativa; não representa necessariamente um procedimento realizado em Colíder.

COLÍDER (MT) – Pacientes que convivem com dores e dificuldades para movimentar o braço começam a ter acesso a uma nova etapa de atendimento cirúrgico em Colíder. O Programa Fila Zero iniciou as primeiras cirurgias de ombro no município, ampliando a oferta de procedimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa foi anunciada pelo prefeito Rodrigo Benassi e é executada pela Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Hospital Santa Inês. Nesta etapa, dez cirurgias de ombro integram um grupo de 34 procedimentos ortopédicos em andamento na unidade hospitalar.

O atendimento é relevante para pacientes que aguardam uma solução para problemas que podem comprometer o trabalho, o sono e atividades simples do cotidiano. Em determinadas lesões, a demora no tratamento pode agravar o quadro e prejudicar a recuperação.

Demora pode agravar lesões no ombro: O prefeito Rodrigo Benassi chamou a atenção para os impactos que a espera pode provocar em casos que exigem intervenção cirúrgica.  Tem paciente que está com dor, com dificuldade para movimentar o braço e esperando por uma cirurgia. Dependendo da lesão, essa espera pode agravar o quadro e até deixar uma sequela”, alertou.

Hospital Santa Inês recebe os procedimentos cirúrgicos realizados pelo Programa Fila Zero em parceria com a rede municipal de saúde. Foto: Wedson Garcia

Lesões nos tendões, músculos e outras estruturas do ombro podem provocar dor persistente, perda de força e limitação dos movimentos. A necessidade e o momento adequado da cirurgia dependem da avaliação médica, já que nem todos os casos apresentam a mesma gravidade.

Por isso, a realização dos procedimentos busca atender pacientes com indicação cirúrgica, considerando as necessidades clínicas e as possibilidades de recuperação de cada um.

Fila Zero também realizou 21 cirurgias de otorrinolaringologia: Além da área ortopédica, o Programa Fila Zero registrou, em outubro, 21 cirurgias de otorrinolaringologia, especialidade responsável pelo tratamento de problemas relacionados ao ouvido, nariz e garganta.

Os procedimentos ampliam a oferta de atendimento especializado aos pacientes que dependem da rede pública e integram as ações municipais voltadas à redução da demanda reprimida por cirurgias.

A Prefeitura pretende manter e ampliar os atendimentos conforme as necessidades identificadas pela rede municipal de saúde.

Cirurgias são realizadas no próprio município: Um dos pontos destacados pela administração municipal é a realização dos procedimentos no Hospital Santa Inês, em Colíder, por meio de parceria com a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Saúde.

Gestão municipal continua avançando e amplia acesso à rede municipal de saúde.                Foro: Wedson Garcia

A proposta é facilitar o acesso dos moradores às cirurgias, reduzir a necessidade de deslocamentos para outros municípios e contribuir para diminuir o tempo de espera.

“Quem está nessa situação sabe o peso que é esperar. Muitas vezes a pessoa não consegue levantar o braço, dormir direito, trabalhar ou fazer coisas básicas do dia a dia”, afirmou Benassi, ao defender a continuidade dos atendimentos.

Atendimento beneficia Colíder e reforça a rede pública: A ampliação das cirurgias pelo Fila Zero representa uma nova frente de atendimento especializado para a população de Colíder. A iniciativa também interessa aos moradores do Nortão que acompanham os investimentos e as ações de saúde pública no município.

Para os pacientes que aguardam procedimentos, o principal resultado esperado é conseguir acesso ao tratamento indicado e recuperar, sempre que possível, a mobilidade e a qualidade de vida.

A continuidade do programa e a capacidade de atender novas demandas serão importantes para avaliar o alcance da iniciativa e seus resultados para quem depende do SUS.

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