Mato Grosso abriga milhares de venezuelanos; Nortão e Colíder também registram presença de imigrantes

7 de março de 2026
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Por: Joel de Aquino – Pagina do Nortão

Foto – reprodução

COLIDER – Nortão de Mato Grosso. A presença de imigrantes venezuelanos em Mato Grosso tem crescido nos últimos anos, acompanhando o movimento migratório observado em todo o Brasil. Dados de órgãos oficiais e entidades de apoio a migrantes indicam que o estado abriga mais de 14 mil venezuelanos, que hoje representam o maior grupo estrangeiro residente em território mato-grossense.

A maioria desses imigrantes está concentrada em grandes centros urbanos, como Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop, cidades que oferecem mais oportunidades de trabalho e acesso a serviços públicos. No entanto, a presença de venezuelanos também é percebida em municípios do interior e da região Norte do estado.

No Nortão de Mato Grosso, cidades polo como Sinop e Lucas do Rio Verde já registram comunidades formadas por famílias venezuelanas, que atuam principalmente nos setores de serviços, comércio e construção civil. Em municípios menores, a presença é mais discreta, mas igualmente existente.

Em Colíder, por exemplo, moradores e comerciantes relatam a presença de venezuelanos residindo e trabalhando na cidade. Embora não haja um número oficial divulgado sobre quantos imigrantes venezuelanos vivem atualmente no município, a convivência cotidiana confirma que essa população também faz parte da realidade local.

Especialistas apontam que muitos venezuelanos chegam ao interior do estado por meio de redes de contato, oportunidades de emprego ou programas de interiorização, buscando melhores condições de vida e estabilidade para suas famílias.

O Página do Nortão acompanha esse cenário com atenção, destacando que a migração venezuelana já faz parte da dinâmica social e econômica de Mato Grosso, inclusive no Nortão. A tendência, segundo entidades que atuam com apoio a migrantes, é que esses fluxos continuem, especialmente para cidades que oferecem trabalho e acolhimento comunitário.

A presença desses imigrantes reforça debates sobre integração, políticas públicas, geração de emprego e convivência social, temas que ganham cada vez mais espaço na realidade dos municípios do interior mato-grossense.

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Por: Joel de Aquino – Pagina do Nortão

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