Fonte: Portal JVC – Publicado por Pagina do Nortão
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O proprietário de uma algodoeira em Lucas do Rio Verde, foi alvo de uma operação contra fraude de energia. Essa é a oitava inspeção no local, e em todas as anteriores foram identificadas irregularidades no medidor. O empresário possui um débito de R$ 800 mil com a concessionária de energia de Mato Grosso.
O empresário vinha sendo monitorado pela equipe de inteligência da concessionária há meses. A suspeita é de que ele tenha causado a queima proposital do medidor de energia elétrica, com o objetivo de pagar uma fatura inferior ao consumo real. O equipamento foi retirado para perícia com o apoio da Polícia Civil e Politec.
A adulteração do medidor configura crime de estelionato, conforme o artigo 171 do Código Penal. Se a fraude for confirmada, o suspeito poderá ser responsabilizado criminalmente, com pena de um a cinco anos de reclusão.
“Esses casos são extremamente preocupantes. Se comprovados, podem resultar em desvio milionário de energia. Por isso, estamos com máxima atenção e as forças de segurança estão muito alinhadas para coibir e proteger a sociedade contra esses crimes. Atualmente, vários casos estão sendo monitorados”, destacou Luciano Lima, gerente de combate a perdas da Energisa.
Quem perde com a fraude e a corrupção ?
Quando são publicadas notícias de fraudes e corrupção nos setores público e privado em nosso país, os brasileiros ficam estarrecidos e uma boa parte indignados. Pois a cada dia eles estão mais conscientes de que os bons, pagam pelos maus. É isso mesmo, no caso da empresa concessionária de energia, o custo final do kilowatt de energia é calculado todos os tipos de perdas.
Isso também ocorre nas instituições financeiras. Quando um cliente deixa de pagar um financiamento, no caso bem comum atualmente, que é a Recuperação Judicial (RJ), os que contraírem empréstimos, terão juros calculados com base nesse risco. Esse é um dos motivos da nossa taxa de juro do país, ser considerada, uma das mais alta do mundo.
Em um passado bem recente, O Ministério Público (MP), tinha uma Campanha que trazia como slogan “O QUE EU TENHO HAVER COM A CORRUPÇÃO”. Essa campanha foi realizada em todas as comarcas de Mato Grosso. E tinha como objetivo fazer uma profunda reflexão, para aqueles eleitores que vendiam seu votos, no periodo eleitoral. O MP, deixava a mensagem que a atitute criminosa do eleitor, levava ao poder, políticos das piores estirpes dos do mundo. E tal atitude, resultaria na pobreza, fome e na miséria do país.
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