Por: Joel de Aquino – Pagina do Nortão
A empresária acusada de envolvimento em um esquema de pirâmide financeira, que teria lesado diversas pessoas, conseguiu na Justiça o direito à prisão domiciliar. A decisão foi concedida pelo Tribunal de Justiça e inclui uma série de restrições, como o uso de tornozeleira eletrônica e a suspensão do passaporte.
Presa desde 31 de outubro do ano passado na cadeia feminina de Colíder, a mulher foi alvo da Operação Cleópatra, que investigou crimes financeiros na região. Sua defesa argumentou que ela sofre de asma e que a unidade prisional não oferecia condições adequadas para o tratamento da doença, o que motivou a concessão da prisão domiciliar.
Apesar da mudança para o regime domiciliar, a empresária terá que seguir medidas rigorosas determinadas pela Justiça. O caso continua sob investigação, e as autoridades alertam para a importância de cautela em investimentos para evitar cair em possíveis esquemas fraudulentos.
A decisão gerou repercussão entre as vítimas do suposto golpe, que esperam que o processo avance e que haja justiça para os prejuízos sofridos.
Por: Joel de Aquino – Pagina do Nortão