Por; Joel de Aquino – Pagina do Nortão
Foto – Reprodução
O município de Colíder, no norte de Mato Grosso, tem enfrentado uma preocupante perda de órgãos públicos essenciais para a população. Ao longo dos anos, estruturas importantes foram transferidas para outras cidades, gerando impactos negativos para os moradores e a economia local.
Um exemplo foi a Vara do Trabalho, que deixou de atender em Colíder e foi transferida para Sinop, causando grande insatisfação entre os cidadãos. Outro caso preocupante envolve a Fundação Nacional do Índio (Funai), que constantemente manifesta o interesse em deixar a cidade. Há quem diga que essa mudança pode ocorrer a qualquer momento, já que a ONG que leva o nome do Cacique Raoni está instalada em Peixoto de Azevedo há anos.
Até mesmo o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em tempos não muito distante quase foi deslocado para outro município, o que só não aconteceu graças à intervenção de algumas autoridades políticas.
Agora, a história se repete. Há rumores de que o presídio feminino de Colíder pode ser transferido, o que representaria mais uma perda significativa. Além do impacto administrativo, a unidade movimenta a economia local, gerando renda para taxistas, hotéis, mercados e outros estabelecimentos.
Diante desse cenário, a população ainda tem esperança de reverter a situação. Câmara de Vereadores, Prefeitura, OAB, lojas maçônicas, Rotary e Lions podem se mobilizar para impedir mais uma perda para o município. A pergunta que fica é: até quando Colíder seguirá perdendo espaços e serviços essenciais?
Foto – Reprodução
Por; Joel de Aquino – Pagina do Nortão