O júri simulado na Faculdade de Colíder – Unifama, que aconteceu nos dias 11 e 12 de novembro, é uma atividade prática que simula um julgamento real, com o objetivo de preparar os estudantes de Direito para o mundo jurídico.
Durante o júri simulado, os alunos desempenham papéis como promotores, defensores, juízes, advogados e jurados, representando as diferentes partes envolvidas em um caso legal.
A atividade é semelhante a um julgamento real, mas com algumas adaptações para o contexto acadêmico.
Essa forma de preparar os alunos de curso de direito, realmente chama atenção das pessoas que são leigas no assunto, às vezes, desperta uma certa curiosidade e até interesse em acompanhar essa etapa do curso, o júri simulado é nos mesmos moldes de um julgamento real, segundo nos informaram, as simulações começam com os ritos tradicionais. Neste caso, muito das vezes interpretado por um dos professores da faculdade, o “juiz” dá início a sessão com aqueles cumprimentos de praxe. “Bom dia, senhoras e senhores, declaro instalada e aberta esta sessão do tribunal do Juri”
Um júri é composto pelas seguintes pessoas.
Juiz: responsável pelo andamento do júri, fazendo as intervenções necessárias para que tudo ocorra de forma mais organizada possível. É ele, também, quem estipula a pena, caso o réu seja culpado;
Jurados: responsáveis por analisar os fatos expostos e, ao final, dar o veredito (Culpado? Inocente? Vencedor);
Advogado de defesa: como o nome sugere, eles defendem o acusado (Réu), com base em argumentos coerentes, provas e apresentações de testemunhas;
Promotores: também chamados de advogados de acusação, buscam condenar o réu, por meio de argumentos coerentes, provas e apresentação de testemunhas;
Testemunhas: fornecem argumentos que podem reforçar a suposta inocência do acusado, cujo ato especifico é o objetivo de discussão do júri. Em um júri existe também a possibilidade de não existir réu. Assim, trata-se da acusação ou da defesa de um assunto especifico.
No caso desse júri simulado recebemos algumas informações do acadêmico Elles Monteiro de Carvalho Filho segundo ele, trata-se de um caso real, porem com nomes fictícios, vejam que interessante, um homem foi assassinado, provavelmente com tiro de espingarda calibre 12, os acusados de serem os mandantes são dois irmãos, e o acusado de ser o executor é um policial militar.
Foram dois dias de trabalho para ouvir as testemunhas, réus e debates entre defesa e acusação, o local do crime também foi alterado para manter sigilo do processo, o trabalho foi definido como se o crime teria ocorrido na Comunidade Nova Galileia (Zé Reis).
Na banca de defesa estavam os acadêmicos de direito do 4º Semestre: Elles Monteiros de Carvalho Filho, Sabrina Santos, Juana Carlos, Fernanda Cavalcante, Gabriel Salvalagio.
Já a banca de acusação foi composta pelos seguintes acadêmicos: Hellen Jaine Garcia, Rafael Andrade, lali Trumai, Raissa Morais, Carlos Strey.
Esse simulado que chamou atenção de algumas pessoas fora da comunidade acadêmica, foi coordenado pelo Professor de Direito Penal Max Alei Goulart