“Setembro Amarelo: por que falar de suicídio, ansiedade e depressão pode salvar vidas?”

7 de março de 2026
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Por: Joel de Aqino / Pagina do Nortão

Foto – Reprodução (Web)

Setembro é o mês de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, com a campanha Setembro Amarelo.700 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos no mundo. No Brasil 38 pessoas morrem por suicídio todos os dias, números que mostram a gravidade do problema e a importância de quebrar o tabu.

Recentemente, um caso chocou a sociedade de Colider: uma jovem engenheira de apenas 27 anos, filha de advogados e professores universitários, tirou a própria vida. O episódio evidenciou que o suicídio não escolhe idade, profissão, classe social ou conquistas acadêmicas. Ele pode atingir qualquer pessoa, independentemente de sucesso ou status, e reforça a necessidade de atenção aos sinais de sofrimento emocional.

Grande parte dos casos de suicídio está ligada a transtornos mentais, principalmente à ansiedade e à depressão. A ansiedade intensa mantém a pessoa em constante estado de preocupação, enquanto a depressão rouba a energia e o prazer de viver, tornando tarefas simples muito pesadas. Essas condições são doenças sérias, que exigem atenção, tratamento e compreensão, e não devem ser subestimadas ou tratadas como fraqueza.

Falar sobre suicídio não incentiva a prática; pelo contrário, abre espaço para acolher, orientar e mostrar que ninguém está sozinho. Muitas vezes, um gesto de empatia ou uma conversa franca pode salvar vidas. Todos podemos ajudar: ouvir sem julgar, demonstrar apoio com frases simples como “você não está sozinho” e incentivar a busca por profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras.

O Setembro Amarelo é também um convite para refletir sobre como cuidamos do nosso próprio bem-estar emocional. Pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Se você ou alguém próximo estiver em sofrimento, ligue para o CVV – 188, serviço gratuito, confidencial e disponível 24 horas em todo o Brasil.

Foto – Reprodução (Web)

 

Por: Joel de Aqino / Pagina do Nortão