Mãe presa em Colíder e filho médico irão a júri por assassinato de idosos em Peixoto de Azevedo

7 de março de 2026
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Fonte: Pagina do Nortão – Joel de Aquino

Foto – Reprodução (Web)

A Justiça de Mato Grosso decidiu manter a pronúncia dos três acusados envolvidos em uma tentativa de chacina que chocou a população de Peixoto de Azevedo, no Nortão do estado, em abril de 2024. Entre os réus estão Ines Gemilaki, atualmente presa no Presídio Feminino de Colíder, e o filho, Bruno Dal Poz, médico, apontados como autores da invasão de uma residência que terminou com a morte de dois idosos e deixou outras pessoas feridas.

O crime ocorreu no dia 21 de abril de 2024, quando mãe e filho, acompanhados de um terceiro envolvido, entraram armados na casa das vítimas. Segundo as investigações, a motivação teria sido uma dívida financeira. Dentro da residência estavam idosos e familiares que, sem chance de defesa, foram surpreendidos pelo ataque.

Dois idosos foram mortos de forma brutal, enquanto outros moradores ficaram feridos. O episódio gerou grande comoção na cidade e ganhou repercussão estadual, não apenas pela violência, mas também pela participação direta de mãe e filho no planejamento e execução da ação criminosa.

Após meses de investigação, o Ministério Público denunciou os três envolvidos por homicídio qualificado consumado e tentado, além de invasão de domicílio. A defesa tentou reverter a decisão de levar os acusados a júri popular, mas o Tribunal de Justiça manteve a posição da primeira instância.

Agora, o caso segue para julgamento, onde caberá ao Tribunal do Júri definir a responsabilidade penal de cada um dos acusados. A expectativa é de que a sessão desperte grande interesse da comunidade, já que o crime marcou profundamente a memória da população de Peixoto de Azevedo e região.

O Ministério Público e a acusação sustentam que a motivação fútil e a forma como os crimes foram praticados evidenciam a necessidade de julgamento em plenário, com a participação de jurados. Já a defesa tenta desclassificar parte das acusações, argumentando excesso na denúncia.

Enquanto isso, familiares das vítimas aguardam com ansiedade e expectativa o julgamento, na esperança de que a Justiça seja feita e que a memória dos idosos mortos não seja esquecida.

Foto – Reprodução (Web)

Fonte: Pagina do Nortão – Joel de Aquino